Sousândrade 1833-1902
"Pobre Deus ideal... flor de carne,
Jardim do Diabo: ergo, traição;
Ora, a fome é negra
E se alegra
O verme, porque há podridão"
(O Guesa - canto X)
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POESIA
palavra feito som
som feito melodia
melodia feito silêncio
Silêncio feito gozo
gozo feito palavra
Joe Rosa
Esta página, além
de abrigar
poetas do mundo todo, abriga,
de forma especial, poetas
maranhenses (
) que vão
desde Sousândrade e G. Dias
até a novíssima geração.
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Gonçalves Dias 1823-1864
Eu que sou pecador - que indiferente
Não me julgo ao que toca aos meus parceiros
Julgo um beijo sem fim cousa excelente.
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