Poesia  

Sousândrade  1833-1902

"Pobre Deus ideal... flor de carne,
Jardim do Diabo: ergo, traição;
Ora, a fome é negra
E se alegra
O verme, porque há podridão"
                       (O Guesa - canto X)

POESIA

palavra feito som
som feito melodia
melodia feito silêncio
Silêncio feito gozo
gozo feito palavra
               Joe Rosa

Esta página, além de abrigar
poetas do mundo todo, abriga,
de forma especial, poetas
maranhenses ( ) que vão
desde Sousândrade e G. Dias
até a novíssima geração.


Gonçalves Dias  1823-1864

Eu que sou pecador - que indiferente
Não me julgo ao que toca aos meus parceiros
Julgo um beijo sem fim cousa excelente.


Aldir Blanc

Antonan Artaud 

Arnaldo Antunes

Álvares de Azevedo 
Allen Ginsberb 

Ana Cristina Cesar

Araújo Porto Alegre novo
Arthur Rimbaud 
Augusto dos Anjos
Augusto de Campos
Augusto Meyer novo
Bandeira Tribuzi
Baudelaire
Bernardo Guimarães
Braulio Tavares 

Cacaso  
Carlos Drummond de Andrade

Castro Alves novo
Catulo da Paixão Cearense
Celso Borges

Chagas Val
Coleridge

Cruz e Sousa

Dyl Pires

E. E. Cummings  
Edgar Allan Poe

Fernando Abreu

Fernando Pessoa
Ferreira Gular
Florbela Espanca

Gonçalves Dias

Gregório de Matos novo

Gregory Corso
Humberto de Campos
João Cabral de Melo Neto
Joaquim Haickel
Joe Rosa
José Chagas
José Maria Nascimento
José Neres
José Paulo Paes
Laura Amélia Damous

Lauro Leite


  Lędo Ivo novo

  Lúcia Santos
   Luis Augusto Cassas
   Maiakóvski
   Manoel Bandeira
   Manoel de Barros
   Marcello Silveira

   Mario Quintana
   Nauro Machado
   Nietzsche

   Osório Duque-Estrada novo
   Oswald de Andrade
   Patativa do Assaré
   Paulo Leminsk
   Paulo Melo Souza
   Ribeiro Junior
   Sousândrade

   Torquato Neto
   Walt Whitman
   William Blake

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