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| Nada há que me domine e que me vença Quando a minha alma mudamente acorda... Ela rebenta em flor, ela transborda Nos alvoroços da emoção imensa. Sou como um Réu de celestial sentença, Claros, meus olhos tornam-se mais claros Todas as vozes que procuro e chamo Fonte: Jornal de Poesia |